Debora querida, que relato... Eu jamais ousaria dizer que entendo o que você sente, embora você tenha sido tão clara – como sempre – que consegui sentir um pouco na pele e associar a uma situação que estou vivendo hoje com meu pai. Enfim, dentro do possível, te entendo.
Confesso que eu realmente gostaria de viver num mundo em que a morte pudesse ser tratada apenas como um descanso merecido e opcional de quem não quer definhar esperando a próxima internação. Mas isso é reflexão para outro momento.
Por ora, te ofereço minha escuta à hora que você precisar. Mesmo. Me mande mensagem quando e se quiser conversar, que será um prazer te ser companhia.
Imagino o quanto esteja sendo difícil pra você tudo isso. Tô daqui desejando luz no teu caminho e muita força, quem sabe assim pelo menos possa se sentir um pouquinho acolhida. <3
Debora, há alguns anos precisei pensar sobre o que seria melhor: que minha mãe partisse ou que ficasse vivendo no sofrimento. A decisão não era minha e o destino dela era partir. Ela se foi eu fiquei sofrendo por um tempo. Hoje não sofro, apenas choro de vez em quando, sentindo o vazio que fica na gente. Bem, o que posso dizer é que acredito haver um sentido, um significado, um propósito neste desarranjo. O nosso caminho é escrito de forma torta, não ha uma linha reta do princípio ao fim. Neste instante o que posso fazer é estar aqui para ouví-la e conversarmos. Abraço
Passei o mesmo que você relatou com o meu pai final do ano passado. Eu e minha irmã nos revezamos pra ficar com ele no hospital. Passamos assim o natal e ano novo. Hoje, conseguimos colocar ele num lar que a sua maioria é de idosos e fica numa rua acima de onde moramos. Ele ainda vai precisar fazer uma cirurgia e não sabemos como vai ser. Conseguimos um respiro mas tudo é muito incerto ainda. Estamos só resolvendo as pendências dele e as burocracias para conseguir benefícios. Que Deus nos dê forças e saúde para conseguirmos seguir em frente!
Debora querida, que relato... Eu jamais ousaria dizer que entendo o que você sente, embora você tenha sido tão clara – como sempre – que consegui sentir um pouco na pele e associar a uma situação que estou vivendo hoje com meu pai. Enfim, dentro do possível, te entendo.
Confesso que eu realmente gostaria de viver num mundo em que a morte pudesse ser tratada apenas como um descanso merecido e opcional de quem não quer definhar esperando a próxima internação. Mas isso é reflexão para outro momento.
Por ora, te ofereço minha escuta à hora que você precisar. Mesmo. Me mande mensagem quando e se quiser conversar, que será um prazer te ser companhia.
Imagino o quanto esteja sendo difícil pra você tudo isso. Tô daqui desejando luz no teu caminho e muita força, quem sabe assim pelo menos possa se sentir um pouquinho acolhida. <3
Debora, há alguns anos precisei pensar sobre o que seria melhor: que minha mãe partisse ou que ficasse vivendo no sofrimento. A decisão não era minha e o destino dela era partir. Ela se foi eu fiquei sofrendo por um tempo. Hoje não sofro, apenas choro de vez em quando, sentindo o vazio que fica na gente. Bem, o que posso dizer é que acredito haver um sentido, um significado, um propósito neste desarranjo. O nosso caminho é escrito de forma torta, não ha uma linha reta do princípio ao fim. Neste instante o que posso fazer é estar aqui para ouví-la e conversarmos. Abraço
Passei o mesmo que você relatou com o meu pai final do ano passado. Eu e minha irmã nos revezamos pra ficar com ele no hospital. Passamos assim o natal e ano novo. Hoje, conseguimos colocar ele num lar que a sua maioria é de idosos e fica numa rua acima de onde moramos. Ele ainda vai precisar fazer uma cirurgia e não sabemos como vai ser. Conseguimos um respiro mas tudo é muito incerto ainda. Estamos só resolvendo as pendências dele e as burocracias para conseguir benefícios. Que Deus nos dê forças e saúde para conseguirmos seguir em frente!
Eu vou reservar alguns minutos dos meus próximos dias pra pensar em você, blza?
Soa estranho, eu sei, mas não me importa.